Encontramos nosso médico!!

Eu já comentei aqui que durante todo o processo de aborto por que passei, minha maior frustração era não ter um médico pra chamar de meu. Alguém em quem confiar e para quem eu pudesse voltar a qualquer momento, que me conhecesse e pra quem eu não tivesse que contar todas as histórias de novo, e de novo.

Até tentei uma nova médica, agendada em caráter de urgência pelo plano de saúde, mas não fui com a cara dela. Tanto que foi ela quem solicitou o último ultrassom e não voltei lá para mostrar.

Ao todo, passamos por seis médicos durante o aborto,  assim tive a oportunidade de conhecer os mais variados perfis de profissionais. Se tem como tirar alguma coisa boa nisso tudo, essa foi uma.

Quando tudo já tinha acabado, decidi então marcar uma consulta com algum médico, assim poderia já ter algum de confiança quando voltasse a engravidar. Sendo assim, entre os seis que nos atenderam, eu e o queridíssimo escolhemos aquele com quem mais nos identificamos, que por acaso foi o primeiro que nos atendeu no primeiro dia de sangramento.

Depois de longas semanas de espera, finalmente ontem tive meu encontro com o Dr. Fernando.

E que encontro feliz!

Primeiro de tudo, porque ele lembrou de mim. Lembrou que eu tinha me consultado com ele lá no plantão da maternidade, e aos poucos foi lembrando do meu caso. Aí ele já ganhou uns pontos comigo!

Foi me conquistando aos poucos quando disse que não é a favor da curetagem, que eu fiz certo ao esperar pelo aborto natural, e que se minha menstruação já veio eu estou prontíssima para voltar a tentar.

Mas ele ganhou mesmo o meu coração quando eu perguntei sobre o parto. Confessei a ele que li relatos de parto que tiveram sua participação e ele afirmou: “Pra mim, o parto é seu, seu e do seu marido. Eu estou ali para acompanhar.”

Nunca pensei que fosse ser tão rápido encontrar um médico pra chamar de meu!

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Sobre a educação com liberdade

Recebi este conto por e-mail e repasso. Achei muito interessante, mesmo correndo o risco de ser um causo inventado. Como já comentei em outro post, me incomoda muito a atitude de alguns adultos que vêem seus filhos azucrinar todos ao seu redor e insistem em pensar que não têm nada a ver com o problema.

Acredito que uma coisa é educar com liberdade, e outra é não ensinar limites e respeito ao próximo. Outra coisa: saber portar-se adequadamente de acordo com o ambiente. Não estou falando de criar um monte de criança certinha, limpinha e comportadinha 24 horas por dia. Mas sim, mostrar para eles que existe um tipo de comportamento para cada tipo de lugar aonde formos.

Chega de blablablá. Aí vai o Conto de Natal, de Ivar Hartmann:

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Update: Fui a uma consulta no plantão de uma maternidade – o único jeito que encontrei de descobrir o que se passa – e, depois de cinco horas de chá de cadeira saí com uma porção de exames pra fazer. E uma receita de um remédio para fazer descer a menstruação. Vamos acompanhar…

:(

Dazzling purple Passion Flower proclaims its fertility

Pensei que fôssemos começar o ano com vida nova, mas não foi dessa vez.

Cá entre nós, se eu soubesse que as probabilidades de engravidar a cada mês eram tão escassas, teria sido poupada de muitas noites de sono e talvez até uns fios de cabelo durante o início das atividades (lá pelo início do século).

Mas estou tranquila, estamos fazendo a nossa parte. Também tenho tomado ácido fólico, diminuido o consumo de café e praticando moooointo.

Querido bebê. Venha, estamos prontos!

(Foto daqui)

Rapidinha de sexta!

(daqui)

– Meu amor, o que vamos dar de Natal parao teu pai?

– Um neto.

– O.o

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Sempre que começo a ler um livro novo, fico procurando os personagens com os nomes mais bonitos. Mas daí que agora estou lendo Incidente em Antares e uma das personagens principais se chama:

BRIOLANJA

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Estamos na semana fértil. Dedos cruzados! (e pernas abertas)

I feel fine!

Eu já tinha percebido antes, e dessa vez não foi diferente: como eu me sinto BEM (em caixa alta) quando não estou tomando pílula!

Em pesquisas sobre o assunto, nunca consegui encontrar uma explicação para isso. Aparentemente, entende-se como “sintoma” do anticoncepcional aquilo que é mais perceptível, como inchaço, ausência ou excesso de cólicas, espinhas…

No meu caso, eu até sinto ou já senti alguns destes sintomas… mas o que quero dizer é menos “relatável”.

Me baseio em alguns exemplos para comprovar minha constatação:

1. Todas as vezes em que parei de tomar pílula coincidiram com aquelas em que conheci alguém interessante e mantive algum tipo de relacionamento.

2. Na maioria das vezes em que saí da seca quando eu estava solteira (looongos cinco anos), não estava tomando pílula. Pode parecer que os itens 1 e 2 são a mesma coisa, mas não. Uma coisa é conhecer uma pessoa nova e se relacionar com ela e outra coisa é sair da seca uma vez ou outra.

3. Podemos dizer nessas vezes que eu me sentia mais atraente e dessa forma me colocava aberta a novos relacionamentos.

4. A disposição para ir para academia, auto-fazer as unhas, cuidar do cabelo, ler mais, comprar roupas normalmente triplica.

5. A vontade de ter uma casa linda, cuidar das plantas, decorar a sala, arrumar a cozinha, idem.

6. Muito muito muito mais vontade, sensibilidade, desejo, criatividade, inspiração, disposição para praticar aquele plano de 2012.

Provavelmente existe alguma relação entre estes pontos, não é? Afinal, passamos anos ingerindo hormônios sintéticos e enganando o nosso corpo para que ele funcione como desejamos, e não como é de sua natureza. Não podemos esperar aí que ele aceite essa intervenção sem algum tipo de reação.

Bom, vou continuar pesquisando para embasar melhor esta tese. Aguardem cenas do próximo capitulo!

Chorando as pitangas…

Eu não quero ficar aqui chorando as pitangas… afinal,  faz só três meses que decidimos ter nosso bebê e eu já estou sofrendo porque ainda não foi dessa vez.

Não quero ser daquelas tentantes lá do BabyCenter que vão lá no fórum um dia depois da ovulação perguntar se a cólica que estão sentindo é sintoma de gravidez…

Mas se eu não fizer isso aqui, no blog que eu criei pra isso, onde mais eu vou fazer?