Voltamos a nossa programação normal…

Hoje volto ao trabalho e amanhã, ao pilates.

A vida segue, e aos poucos volta ao prumo.

 

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ps: Fiquei tão feliz! O blog ultrapassou os 1.000 acessos nesse fim de semana 🙂

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Uma nova incognita…

Fomos ontem fazer um novo exame de beta hcg para saber se a gravidez evoluiu desde segunda-feira, quando o resultado deu 4.962.

Caso tivesse caído, estaria confirmada a perda da gestação. Mas, para nossa surpresa e espanto, o resultado deu 5.189.

Ou seja, não caiu, mas subiu muito pouquinho. O certo, segundo as estatísticas, é a dosagem de beta hcg duplicar a cada 48h.

Assim, cheia de dúvidas, voltei novamente ao plantão da maternidade.

A médica foi super realista, e conduziu a conversa acreditando em uma perda, mesmo. Mas ficou muito intrigada com o pequeno aumento do beta, quando já deveria ter decrescido.

Desta forma, solicitou um novo exame 48h depois, que será amanhã de manhã. E um novo ultrassom ao final desta semana, para sabermos se meu corpo já “expeliu tudo”.

Mesmo assim, recomendou repouso total e seguir com a progesterona, que mal não tem. Ou seja, estamos em cima do muro ainda!

Será que tem alguém por aí online? Alguém já ouviu falar em resultados anormais assim do beta hcg?

Recapitulando:

09/02 – 2.785
13/02 – 4.962
17/02 – 5.189

Esmorecer jamais!

To aqui deitada assistindo “De repente 30” (adoro!) e com todo o pensamento positivo que se pode ter.

Desde que a família começou a saber, já vieram diversas histórias de mulheres que passaram por isso, ou achavam que estavam menstruando e por isso só descobriram a gravidez depois do quarto mês, ou que ficaram a gravidez inteira de repouso ( deusolivre) e o bebê nasceu esses dias…

Enfim vou me apegando a esses fiozinhos de esperança!

Amanhã vamos fazer um novo beta.

Obrigada a quem passa por aqui!

Quando as horas contam

Ontem foi um longo dia!

Praticamente na mesma hora que recebi o resultado positivo do beta, comecei a ter um sangramento parecido com a menstruação.

Fomos então à emergência da maternidade (em breve um post a parte sobre isso) e o médico pediu para repetir o beta, para sabermos se está diminuindo ou aumentando. Se estivesse diminuindo, não haveria nada a se fazer, significa que eu estaria perdendo o bebê.  Se estivesse aumentando, pediu que eu voltasse hoje lá para fazermos um ultrassom.

Pediu urgência no beta, e consegui que ficasse pronto ontem mesmo.

Acho que das 16h às 18h30, eu e o queridíssimo entramos no site do laboratório umas 20 vezes cada um. Isso que a previsão do resultado era para 18h, mas como foi feito com urgência, poderia atrasar um pouco (na verdade, era para sair só hoje às 17h, mas eles conseguiram adiantar). E às 18h30, o site do laboratório caiu!

Lá pelas 19h30 finalmente consegui olhar: tinha subido para 4.900!!!

Mas, muita calma nessa hora… o sangramento persiste 😦

Hoje acordamos cedo e voltamos para a maternidade para fazer o ultrassom. Nunca pensei que as idas à maternidade iam começar tão cedo na gestação!

No ultrassom, saco vitelínico normal, com 7 milímetros e colo do útero bem fechado. Idade gestacional: 5 semanas e 1 dia.

Não deu para ver o bebê, então o médico disse para voltar daqui a 2 semanas para um novo ultrassom, e fazer outro beta semana que vem caso o sangramento continue…

Estou de repouso até sexta-feira.

Let’s pray!

Qual a forma de pagamento?

Uma cena que acompanhei no dia em que fui consultar no plantão da maternidade  e que tem martelado na minha cabeça faz dias:

Estacionou à pressas um carro na entrada da maternidade, e do banco do carona saiu uma jovem grávida. Chamou a atenção que ela muito magra, pernas e braços finos e a barriga parecia uma bola de basquete embaixo da blusa. Por isso, fiquei observando e vi que ela se contorcia de dor.

Coube a mim dar o lugar para que ela se sentasse, mas ela se contorcia e não aguentava ficar parada muito tempo.

O rapaz que a acompanhava foi ao balcão da maternidade e disse que ela estava com muita contração, e precisava de atendimento. Deu-se o diálogo:

Atendente: – Qual o plano de saúde?

Rapaz: [olhou para a jovem]

Jovem: – É particular.

Atendente:  – Qual a forma de pagamento?

Rapaz: – Cartão.

Jovem: [se contorce]

Atendente: Não aceitamos cartão de crédito, senhor.

Jovem: [anda de um lado para o outro e diz] – Depois minha mãe vem aqui e deixa um cheque.

Atendente: – Mas aí temos que esperar a médica terminar a consulta agora e perguntar se ela aceita cheque.

O casal se entreolhou, e saiu porta a fora. Lá fora, observei que a jovem, entre uma contorcida e outra, falava ao celular. Não voltaram mais para dentro da maternidade, e não percebi a hora em que partiram. Fiquei com pena, pois estavam prestes a ter um bebê e foram barrados pelos procedimentos da maternidade. Ao mesmo tempo, fiquei tranquila ao lembrar que estávamos perto do Hospital Universitário e lá não lhes seria negado o atendimento (assim espero!).

Eu disfarço tranquilidade postando notícias como antes. Mas é só um disfarce, tá?
Não tem tranquilidade, tem só a ansiedade para que saiam de uma vez os resultados dos exames.
E tem também a sensação de tristeza de perceber que as coisas não foram tão naturais como deveriam ser.
Me dei o dia de folga, porque estou triste com tudo isso…

Sobre a educação com liberdade

Recebi este conto por e-mail e repasso. Achei muito interessante, mesmo correndo o risco de ser um causo inventado. Como já comentei em outro post, me incomoda muito a atitude de alguns adultos que vêem seus filhos azucrinar todos ao seu redor e insistem em pensar que não têm nada a ver com o problema.

Acredito que uma coisa é educar com liberdade, e outra é não ensinar limites e respeito ao próximo. Outra coisa: saber portar-se adequadamente de acordo com o ambiente. Não estou falando de criar um monte de criança certinha, limpinha e comportadinha 24 horas por dia. Mas sim, mostrar para eles que existe um tipo de comportamento para cada tipo de lugar aonde formos.

Chega de blablablá. Aí vai o Conto de Natal, de Ivar Hartmann:

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Update: Fui a uma consulta no plantão de uma maternidade – o único jeito que encontrei de descobrir o que se passa – e, depois de cinco horas de chá de cadeira saí com uma porção de exames pra fazer. E uma receita de um remédio para fazer descer a menstruação. Vamos acompanhar…