10 sintomas da gravidez que não esperamos

pregnancy tip #1
Sempre ouvimos sobre os enjoos, o sono intenso, os pés inchados. Imagino que quando aparece algo diferente disso, as grávidas devem imaginar que isso só acontece com elas. Então vamos ver os 10 sintomas esquisitos listados pela colunista do site Babble, após uma pesquisa com amigas e leitoras:

  1. Espinhas por toda parte (incluindo pescoço, peito e costas)
  2. Orgasmos durante o sono
  3. Aversões surpreendentes a algumas comidas
  4. Gases
  5. Dores musculares nas coxas
  6. Bumbum mole
  7. Enxaqueca
  8. Mãos dormentes
  9. Libido intensificada
  10. Corisa

Livre tradução daqui

Você ainda não tem filhos?

Prof. Dr. Joji Ueno*

 Dia das Mães: as mulheres sem filhos são uma minoria importante, que dobrou nos últimos 20 anos

“Você ainda não tem filhos?”. Esta é uma pergunta que pode machucar. Ainda mais quando a mulher está com mais de 39 anos de idade e o interlocutor insiste em complementar: “Está esperando o quê?”… Em muitos casos, muitas coisas: um parceiro fixo, uma doadora de óvulos compatível, um bom resultado do espermograma do marido, a biópsia do seu último aborto espontâneo…

“Você ainda não tem filhos?” é uma pergunta simples, mas de difícil resposta para muitas das pacientes com as quais converso, todos os dias. É surpreendente ouvir, por quantas vezes na vida, elas passam por esta posição desconfortável: ter de explicar a um familiar, um amigo ou até mesmo a um estranho o porquê elas não têm filhos.

Muitas prefeririam responder quanto ganham, quantas vezes mantêm relações sexuais por mês ou em quem votaram. Outras já têm respostas prontas: “Estou planejando”, “Ainda não”, “A vida não é justa, nem lógica”, “Um em cada seis casais sofre de infertilidade”, “Pessoas irresponsáveis ​​têm filhos, mas as pessoas sensatas, muitas vezes, não”, ….

 Tudo para evitar a inevitável pergunta susbseqüente: “Por que não?”, que é ainda muito pior.

Fenômeno mundial

No mundo todo, cerca de 90 milhões de casais estão tentando engravidar, mas cada tratamento tem apenas 20% de chances de sucesso. O fato é que, se você é uma mulher, com bem mais de 30 anos, no imaginário popular, é normal que você tenha filhos. Mais do que normal, esta é “a norma”.

Uma norma que precisa ser revista. Até pouco tempo atrás, não ter filhos era uma ocorrência rara, que, fazia da mulher sem filhos “um objeto de piedade ou desconfiança”.

Mas as coisas mudaram: as mulheres sem filhos são uma minoria importante, que dobrou nos últimos 20 anos. Hoje, uma em cada cinco mulheres britânicas não tem filhos. E segundo as previsões do Office for National Statistics, quase um quarto das mulheres nascidas em 1973 não terá filhos até chegar ao final de sua vida reprodutiva: a idade de 45 anos. No grupo das britânicas mais graduadas, o número é maior: 40% não têm filhos aos 35 anos, e um terço delas nunca terá filhos.

Por aqui, também temos números interessantes também, que nos levarão ao mesmo caminho:  a taxa de fecundidade brasileira decresceu da média nacional de 6,3 filhos, em 1960, para 5,8 filhos em 1970, chegando ao patamar de 2,3 filhos, em 2000. A região Sudeste foi a que registrou o menor índice de fecundidade, 2,1 filhos por mulher, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Respostas prontas

Apenas para registro, os motivos que levam uma mulher a não ter filhos são muito complexos e variados: problemas de saúde diversos, instabilidade financeira, falta de parceiro fixo, carreira, câncer, viuvez precoce, um parceiro fixo que não deseja filhos.

É comum entre as pacientes que atendo um ressentimento em relação a “ser uma mulher sem filhos”. Muitas dizem que a sociedade as encara como se “algo estivesse faltando”, “como se elas estivessem perdendo o melhor da vida”, “como se elas fossem um fracasso”… Digo a elas que o olhar de censura ou de reprovação do outro é, porque, no fundo, a infertilidade ainda incomoda e assusta a sociedade.

Assim, qual a melhor resposta quando a questão é: “Você não tem filhos?”. É preciso pensar em algo, pois esta pergunta sempre irá surgir, nos mais diversos lugares e nas mais diversas ocasiões sociais.

Digo a cada uma das minhas pacientes que a melhor resposta é aquela que não a magoa, uma resposta que fale das suas opções e escolhas e que na hora de responder a deixe confortável. Esta resposta pode mudar ao longo dos anos: “Não”, “Meu marido não quer”, “Nós não podemos ter filhos”…

Talvez, nenhuma das respostas mencionadas seja a ideal. Mas, não é preciso se preocupar, pois, com certeza, ninguém é obrigado a falar sobre a contagem de esperma de seu marido ou sobre a sua reserva ovariana, se não desejar fazer isto.

 *Prof. Dr. Joji Ueno é ginecologista, diretor da Clínica GERA.

E-mail: atendimento@clinicagera.com.br
Blog: http://medicinareprodutiva.wordpress.com
Twitter: http://twitter.com/jojiueno

(texto encontrado no Blog Potencial Gestante)

Pais gastam mais de R$ 7 mil com primeiro filho em um ano

Crédito: GettyImages

Alguns itens podem ser descartados, de acordo com a pesquisa

No Portal Terra 

Os pais de primeira viagem gastam com o primogênito mais de R$ 7 mil no primeiro ano de vida do bebê. Especialistas advertem que a maioria dos gastos dos pais é desnecessária. As informações são do Daily Mail
De acordo com o The Bump’s Annual Pregnancy and Baby Study, 45% do valor é gasto antes mesmo de a criança nascer. Acessórios, aquecedores e baldes de fraldas são desperdício de dinheiro, segundo os pesquisadores, pois é possível criar o bebê sem estes itens.
Elena Mauer, uma das editoras do TheBump.com, disse que os berços de madeira maciça podem ser bonitos, mas um berço sobre rodas ou cercado é mais prático e econômico. Gasto com almofadas também não é recomendado, pois os itens podem sufocar a criança, segundo ela.

Para Elena, os pais só precisam de pijamas confortáveis e um bom colchão para acomodar o bebê. Os monitores de bebê custam a partir de R$ 75 e têm a mesma eficiência dos modelos de R$ 375, de acordo com a editora. Elena descartou a opção de video e mais de um sinal de alerta como necessidades do aparelho.