Por que meninos usam roupa azul e meninas, rosa?

Vocês sabiam que até o século 19 não tinha essa de roupinhas de bebê para meninos ou para meninas? Todos usavam vestido branco até os quatro anos, e sapatinho estilo boneca. Isso porque as roupas eram caras, e acabavam sendo usadas por todas as crianças da família.

Foi nos EUA que começou a haver essa separação, mas curiosamente, o rosa era para meninos, e o azul, para meninas.Depois, misteriosamente, isso se inverteu… Eu não sabia disso… aprendi hoje lendo a coluna de Clarice Reichstul, para a Folhinha.

E, como ela mesmo diz, adotamos essa prática dos americanos que acaba saindo caro, já que ao escolher rosa para meninas e azul para meninos, optamos por fazer todo um enxoval novo para cada bebê da família que nasce!

Eu, particularmente, não curto muito esse negócio exagerado, principalmente de rosa para meninas. mas dizem que quando tu colocas a primeira roupinha rosa na tua filha, é amor a primeira vista e não queres mais outra cor! Aqui em casa já decidimos que o quarto vai ser colorido, antes mesmo de saber o sexo!

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Parto, amamentação, carreira, berço e uma bela revisão de conceitos sobre tudo isso

Desde quando decidimos ter nosso bebê, e entrei de cabeça nos assuntos da maternidade, tenho construído e desconstruído uma série de conceitos que na minha cabeça sempre foram os mais absolutos. Não havia dúvidas para mim de que aquilo era o natural, o aceitado, o decididamente correto. Daí que comecei a ler mais, e fui percebendo algumas coisas novas e abrindo a mente para muitas outras.

Por exemplo:

1. Parto

“Parto é natural. Um fenômeno assim como qualquer outro de nosso organismo. Só faz cesariana quem tem algum tipo de problema durante a gestação ou na hora do parto”. Isso era o que eu pensava até uns meses atrás. Na minha família, só as gravidezes de risco terminaram em cesárea, como uma tia que teve eclâmpsia, uma prima que estava com cordão enrolado no pescoço, a mesma tia da eclâmpsia que tinha uma bebê com má formação, e minha irmã, que teve pré-eclâmpsia e na reta final o médico deve de convencê-la e consolá-la que a cesária era a melhor decisão naquele momento. Por isso, sempre foi muito claro na minha cabeça que o parto normal era sempre a primeira via, que podia encaminhar para uma cesária caso algo desse errado. E hoje percebo que é o contrário. A mulher precisa garantir o seu parto normal. Precisa fazer as escolhas certas desde o início (o médico, o local do nascimento) para se certificar de que se seu desejo será acatado. Descobri que a linha do parto normal é muito fina e frágil, que pode ser arrebentada a qualquer momento sob o golpe baixo pretexto de se evitar o sofrimento do bebê. Uma vez descoberto isso, me resta procurar as escolhas certas para garantir um parto normal como sempre acreditei.

2. Amamentação

“O bebê tem que mamar de 3 em 3 horas, para que se crie uma rotina. A amamentação deve ser até 1 ano no máximo. Depois disso, não há vantagem pra ele e pelo contrário, pode ficar dependente demais da mãe”. Taí outra coisa sobre a qual aprendi muito nesses últimos meses: amamentação. Primeiro, descubro que tem mães que simplesmente não amamentam, e ainda defendem uma tal de fórmula, que só de ser industrializada me dá um certo receio. Felizmente, são poucos os casos como esse, mas só de existirem me causou certo espanto. Mas aí depois, li textos como “Por que a livre demanda é importante?” e descubro que o organismo do bebê e é ainda mais sensacional do que eu imaginava. Que além de crescer e se desenvolver de uma maneira extraordinária nos primeiros meses de vida, ele tem a capacidade de dosar a mamada e extrair somente o necessário de uma mamada e de outra, controlando assim os nutrientes que recebe. Não é sensacional? Quer dizer, quem amamenta te 3 em 3 horas es´ta privando seu filho disso tudo. E então vem o terceiro “conceito”: amamentar depois de 1 ano, é desnecessário? E descubro que não, que o desmame deve acontecer naturalmente, quando a mãe e o bebê, juntos, percebem que ele não é mais necessário. Isso pode acontecer aos 12 meses, mas também aos 18, 24 e por que não 36 meses? E isso pode contribuir para bebês mais saudáveis, claro, mas também mais seguros e independentes.

3. Maternidade x Carreira

“Uma mulher precisa ter um emprego, não pode ficar em casa somente cuidando dos filhos”. Sempre valorizei muito minha carreira. Cada escolha feita foi muito bem pensada, sempre com um olho na decisão aqui, e outro no impacto para o futuro. Estudar, me formar, encontrar bons empregos, crescer neles, fazer pós-graduação e cursos de aperfeiçoamento. Tudo para garantir uma excelente posição no mercado de trabalho e aí, então, poder ter tranquilamente meus filhos. Tê-los, e voltar para o trabalho, deixando-os na melhor escola da região. Este é um conceito que está sendo reconstruído aos poucos. À medida que vejo casos de mulheres que optam por ficar em casa. Que têm a oportunidade de estar junto de seus filhos e viver cada fase de sua vida, que é única, junto a eles. Muitas dessas mulheres têm conseguido manter uma carreira paralelamente. Não aquela que desenhamos quando estamos na faculdade, e provavelmente não aquela que nossos pais sonharam para nós. Mas carreiras que permitem estar junto com seus filhos e ao mesmo tempo conquistar diversas coisas profissionalmente. E estes casos têm cada vez mais aberto minha mente.

4. Berço

“O bebê tem que se acostumar desde cedo onde é o seu quarto, senão vai querer dormir para sempre com seus pais”. Uma coisa sempre ficou muito clara na minha mente: cada um tem seu quarto. Lembro como se fosse hoje as brigas que minha irmã tinha com o marido e o filho de 2 anos que chorava desconsoladamente na porta do quarto dos pais porque queria dormir com eles. E eu achava certo: ele tem que dormir na cama dele. E então esse novo termo entrou na minha vida nos últimos meses, sobre o qual tinha total desconhecimento: a tal da cama compartilhada. E descubro que é muito saudável, sim, colocar o bebê para dormir junto dos pais, afinal, até pouco tempo atrás ele dormia juntinho da mãe, por que separá-lo assim bruscamente? Então encontro textos como “A criação com apego e a neurociência” e descubro que a cama compartilhada vai muito além da carência de um filho ou de uma mãe.  Reflito muito sobre isso, e sobre onde vai parar a privacidade dos pais. Mas aí percebo que não há fórmulas, e podem se encontrar soluções para tudo. Eu encontrarei as minhas formas de lidar com isso.

Sobre duas listrinhas, um palitinho mijado e o apego

 

Eu sempre achei a coisa mais esquisita quando via em blogs e redes sociais mulheres divulgando fotos do resultado do teste de farmácia. Pra mim, não tinha como dissociar da ideia de que aquele palitinho ou aparelhinho tinha acabado de receber um jato de xixi. Imediatamente, eu já imaginava (acho que ainda imagino) a moça fazendo xixi num potinho, ou direto no aparelhinho e molhando a mão (se me disserem que tem como fazer uma coisa, sem fazer a outra, me ensinem!) e a seguir pegando a câmera e tirando uma foto do negocinho mijado e indicando o reusltado positivo. Super esquisito.

Até que aconteceu comigo. Não, não tirei foto do meu teste com duas listrinhas piscando e soltando fogos de artifício. Continuo achando esquisito e olhando para ele com cara de “palitinho mijado”. Sim, disse continuo, porque ele ainda existe. Foi na quarta-feira passada que fiz o teste e apareceram as tais duas listrinhas piscando e soltando fogos de artifício. Minha reação ao ver as duas listrinhas no palitinho foi jogar o xixi fora do potinho e guardar palitinho e potinho de volta na caixa, jogar tudo de volta na sacolinha da farmácia e esconder na bolsa e voltar a trabalhar imediatamente.

Em casa, peguei o palitinho mijado e coloquei na caixinha junto com os sapatinhos que comprei para entregar para o queridíssimo (nota mental: lavar os sapatinhos). Depois de toda a cena e emoção, fui guardar a caixinha com o sapatinho, e simplesmente não consegui jogar fora o palitinho mijado com as duas listrinhas piscantes. Sabe apego? Pois é, me apeguei ao dito cujo.

E hoje compreendo perfeitamente as meninas do facebook e dos blogs que tiram fotos numa boa e divulgam no facebook. Ali tem muito mais do que um pouquinho de xixi. Tem o resultado de algo que vai mudar a vida da gente pra sempre!

p.s: ainda não saiu o resultado do exame de sangue, só acredito no positivo, vendo.

Vamos resgatar a infância!

Olha só o que diz esse relatório, baseado em uma pesquisa realizada em 20 países: o espírito da infância está entrando em extinção!


E essa música fofíssima?

Relatório global revela que o espírito da infância está em risco

Crianças e pais precisam de mais tempo para “serem crianças”

EAST HANOVER, Nova Jersey–(BUSINESS WIRE)–Os resultados de um novo relatório global divulgado hoje pela marca OREO e a Ipsos Public Affairs indicam que da China à Polônia e de Portugal à Venezuela, o espírito da infância, ou seja, a oportunidade para crianças e adultos usufruírem de momentos simples e alegres, pode estar destinado a entrar para a lista de espécies ameaçadas de extinção. O relatório revela que a grande maioria dos pais pesquisados acreditam que as crianças de hoje estão crescendo mais depressa do que as crianças das gerações anteriores. Na verdade, sete entre dez pais de todo o mundo dizem que seus filhos deviam ter mais tempo para ‘simplesmente serem crianças’.

“Conversando regularmente com consumidores, ouvimos falar consistentemente sobre a importância de usufruir das alegrias da infância, em qualquer idade”

A ideia de que o espírito da infância está em declínio é verdadeira não só para as crianças, mas também para os adultos. Em todo o mundo os pais sentem saudade do tipo de lazer despreocupado da sua própria infância. Na verdade, a maioria dos pais de todo o mundo (59%) dizem que não se divertem diariamente e 54% dizem que raramente experimentam as sensações de alegria que tinham quando eram crianças.

“Relatório global sobre o espírito da infância”, elaborado pela Ipsos Public Affairs em nome da OREO, mediu o espírito de infância em todo o mundo numa iniciativa para entender se as pessoas, jovens e velhas, reservam algum tempo para usufruir do simples prazer de serem crianças.

“Conversando regularmente com consumidores, ouvimos falar consistentemente sobre a importância de usufruir das alegrias da infância, em qualquer idade”, disse Sheeba Philip, diretora global da marca OREO. “Acreditamos que este sentimento é hoje mais importante que nunca, por isso conduzimos esta pesquisa para aprender mais sobre o espírito da infância em todo o mundo”.

Diversão familiar: Vale seu peso em ouro

Enquanto o relatório sugere que o espírito da infância pode estar em risco de extinção, o desejo dos pais de divertir-se com seus filhos não está enfraquecendo. Três entre cinco pais (63%) dizem que dedicar algum tempo para se divertir com as crianças é mais importante para eles do que foi para seus próprios pais quando estavam crescendo.

O lazer despreocupado tornou-se um prazer tão raro para pais e filhos que agora vale seu peso em ouro – literalmente. Mais da metade dos pais pesquisados em países como México (54%), Peru (58%) e Índia (77%) dizem que trocariam parte do seu salário por mais tempo com seus filhos. E quatro entre cinco pais pesquisados em todos os vinte países dizem até que se divertir junto com a família é “mais importante do que qualquer outra coisa”. Apesar deste enorme desejo, 59% dos adultos não estão, no dia a dia, usufruindo desses momentos de lazer.

Tecnologia: uma faca de dois gumes

Num mundo 4G de rápido movimento, a tecnologia e a mídia social têm um impacto cada vez mais dramático sobre a dinâmica da vida familiar. Apesar de 67% dos pais de todo o mundo concordarem que a tecnologia ajuda a família a estar conectada, isto tem um custo. Quando ficam com a família, quase metade dos pais (48%) dizem que suas famílias buscam distração na tecnologia. Nenhum grupo pode usufruir mais disso do que os pais que trabalham. Mais da metade (55%) dos quais dizem que os dispositivos móveis e a tecnologia de computação mostram que é fácil demais ficar conectado com o trabalho quando estão se distraindo com a família em casa.

Para as crianças de hoje, que cresceram com a tecnologia, sua presença influencia a forma como dedicam tempo aos seus pais e às suas famílias. Menos de um quarto dos pais de todo o mundo (23%) dizem que se comunicam mais com seus filhos através da tecnologia do que pessoalmente. Em economias de rápido crescimento, como a China e a Índia, onde a pesquisa mostra que a tecnologia tem um papel significativo na vida cotidiana, o número de pontos percentuais de pais pesquisados aumentou para 52% e 42%, respectivamente.

Há esperança

Apesar de as pressões e distrações que hoje afetam o tempo que as pessoas da família passam juntas e o espírito de infância, ainda há esperança. Na verdade, 88% dos pais dizem que estão comprometidos em garantir que seus filhos não percam sua infância, e uma maioria (77%) diz que eles mesmos querem ser mais alegres, como quando eram crianças.

“Em todos os continentes e culturas, uma coisa em comum é o desejo de comemorar a criança que existe em todos nós. 2012 marca o 100º aniversário da OREO. Como reconhecimento, estamos encontrando novas formas de comemorar o espírito da infância e fazer com que momentos simples, especiais aconteçam para as famílias e os fãs daOREO em todo o mundo”, disse Philip.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi conduzida durante um período de seis semanas, entre novembro e dezembro de 2011. Mais de sete mil pais com filhos com idades abaixo de dezoito anos participaram deste estudo. Pesquisas locais foram conduzidas online ou através de entrevistas presenciais em vinte países: Canadá, China, Colômbia, Costa Rica, Equador, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Malásia, México, Peru, Polônia, Portugal, Porto Rico, Romênia, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos e Venezuela.

(daqui)

Uma vida em bandos

Migration

Boa parte das nossas vidas vivemos em bandos. Desde quando iniciamos a vida acadêmica, aos 5, 6, 7, até completarmos a maioridade, existe um caminho pré-determinado e que se espera que seja percorrido: o primário ensino fundamental 1, o ginásio ensino fundamental 2, o 2º grau ensino médio, a faculdade.

E durante todo esse tempo, pensamos, agimos e sonhamos com coisas que são peculiares ao nosso bando. Temos desejo de andar como os outros exemplares do bando. Na faculdade, deixamos aquele bando adolescente de lado, tão somente para adentrar outro bando: aquele de estudantes universitários de quem é esperado que estudem, façam estágio, namorem, façam festas, e consigam um primeiro emprego nessa nova área de atuação.

Alguns de nós permanecemos no bando dos universitários alguns anos depois de formados, percorrendo o caminho “esperado”: buscar um emprego, mudar de cidade, juntar os trapos com alguém e eventualmente vezes casar. Esse bando de universitários vai seguindo um curso parecido, entre sucessos e fracassos amorosos e profissionais. Sem muita estabilidade, mas com muita força de vontade e muitos sonhos.

Eu acredito que é somente quando decidimos ter filhos (seja planejado, seja no susto) é que nos desgarramos do bando dos universitários e de todas as suas amarras, preceitos, preconceitos e expectativas. Damos um passo para fora desse e de todos os bandos que nos acompanharam até então, trazendo conosco somente o que é melhor de cada um.

Nessa hora, abrimos mão de coisas que nos trouxeram até aqui, sejam elas criadas seja provocadas por nossos bandos anteriores, para criar nosso próprio brand new bando. E ele vai ter sim um pouco de nossa trajetória, mas ele é todinho novo, e vai ser do nosso jeito.

É claro que a partir daí adentramos um outro extraordinário bando, mas muito mais heterogêneo, que é o bando de pais e filhos. E é nesse bando que quero entrar agora.

Me livrando das amarras e preceitos dos meus bandos anteriores, decidi ter um filho sem esperar aqueles grandes e supostos “marcos” da vida adulta. Ok, já viajei o mundo, já encontrei o amor da minha vida, comprei um carro,  já tenho uma casa para chamar de minha (embora não própria), um emprego estável, estou terminando a pós-graduação. Será que preciso ultrapassar mais algum marco para que meus bandos anteriores aceitem esta decisão?

Isso é desgarrar-se do bando: diminuir o peso da opinião alheia e multiplicar o peso dos próprios desejos.

Sobre a educação com liberdade

Recebi este conto por e-mail e repasso. Achei muito interessante, mesmo correndo o risco de ser um causo inventado. Como já comentei em outro post, me incomoda muito a atitude de alguns adultos que vêem seus filhos azucrinar todos ao seu redor e insistem em pensar que não têm nada a ver com o problema.

Acredito que uma coisa é educar com liberdade, e outra é não ensinar limites e respeito ao próximo. Outra coisa: saber portar-se adequadamente de acordo com o ambiente. Não estou falando de criar um monte de criança certinha, limpinha e comportadinha 24 horas por dia. Mas sim, mostrar para eles que existe um tipo de comportamento para cada tipo de lugar aonde formos.

Chega de blablablá. Aí vai o Conto de Natal, de Ivar Hartmann:

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Update: Fui a uma consulta no plantão de uma maternidade – o único jeito que encontrei de descobrir o que se passa – e, depois de cinco horas de chá de cadeira saí com uma porção de exames pra fazer. E uma receita de um remédio para fazer descer a menstruação. Vamos acompanhar…

Criança, a alma do negócio

Sinopse: “Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?” Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real, este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.

Instituto Alana: http://www.alana.org.br/

Aqui, a versão completa.