Gravidez tecnológica

**Obs: um post que estava quase pronto, e que resolvi não desperdiçar….

Daí que na minha empolgação de ir descobrindo coisas sobre o inicinho de gravidez, resolvi fuçar a app store e ver se já tinham inventado algo para acompanhar a gravidez. É mais por pura ansiedade do que por achar que esses apps vão responder muita coisa, por isso, só busquei aqueles gratuitos.

Mesmo assim, não instalei qualquer coisa no celular, não. Aliás, instalei vários, mas desinstalei muitos também. São todos muito semelhantes entre si, então escolhi aqueles que achei mais amigáveis. Em geral, têm um texto automático para indicar o status atual do bebê e os sintomas da gravidez, e uma série de ferramentinhas com dicas prontas pra cada situação.

Alguns que experimentei:

Pregnancy (The Smiles Factory)Na primeira tela, configuramos a data prevista para o parto e a partir daí ele gera um textinho falando sobre o status atual do bebê. Na próxima tela, tem dicas sobre alimentação, algumas listas prontas e a possibilidade de inserir fotos e fazer um diário. Esse diário pode incluir uma foto e ser imediatamente compartilhado no Twitter, Facebook e por e-mail. Tem também uma tela que mostra o tamanho do bebê semana a semana comparado a alguma fruta ou semente, com a foto. Às seis semanas, por exemplo, o bebê é do tamanho de uma semente de gergelim. É todo em inglês.
My Pregnancy – What to ExpectTambém todo em inglês, logo na primeira tela ele traz a data prevista do parto, a contagem regressiva, a idade gestacional, trimestre, o peso e o tamanho do bebê (também comparado a uma fruta). Com seis semanas, estávamos do tamanho de uma blueberry. Tem a opção de acompanhar as alterações no bebê e na mãe semanalmente, e diariamente traz algumas dicas. Permite criar um slideshow com a evolução da gravidez, em fotos. E dá acesso aos foruns do site  (mas para comentar tem que se registrar).
Mimo (Johnson’s Baby)Esse é em português e foi lançado no início de fevereiro. Ele é um aplicativo para Facebook que pode ser usado no iphone (e em telefones com Android). Como exige login no Facebook, acabei não experimentando . Mas achei muito interessante a descrição: “tem como público-alvo pais com filhos entre 0 e cinco anos. O Mimo apresenta três pontos de contato: “Livro do Bebê”, onde os pais colocam imagens e informações sobre os desenvolvimento dos seus pupilos, e podem acompanhar em linha cronológica o conteúdo gerado; “Perguntas e repostas”, um canal de troca de experiências e informações; e “Guia de serviços”, em que os pais podem cadastrar locais onde foram e colocar pontos para o atendimento de acordo com o que sentiram em relação à demanda das crianças, como prato específico, cadeirão, etc.”
Bebê Moreno (Luciara)Esse foi o app mais esquisito de todos. Basicamente, é um bebê que fica gritando e rindo o tempo todo (uma gargalhada que não é de bebê), e um balão sai dele com algumas listas de dicas, como nessa imagem ao lado. Tem a opçåo Bebe Moreno e Bebê Morena, e é em português.
Minha Gravidez hoje (BabyCenter)Assim como os outros, oferece um calendário da gravidez, com a diferença que traz também tarefas do dia a serem feitas (e ticadas). Mostra em uma só tela a timeline das semanas, com a opção de clicar para ler mais – direcionando para um conteúdo multimídia. Super fácil de navegar. Tem links diretos para seções do site Baby Center como “Grávida Pode?”, “Alimentação na gravidez”e “Nomes de bebês”. O único porém é, se tu já visitas sempre o site deles, não vai ter nenhuma informação nova.
Guia Crescer (Ed. Globo)Após configurar a data prevista do parto, logo na primeira tela já traz as informações sobre a semana atual da gestação. Tem a opção de criar notas para cada semana, e essas vão entrando abaixo do texto automático. Também permite inserir fotos para cada semana. Tem duas diferenças entre os demais apps que achei interessantes: a primeira é que traz uma lista com nomes, e permite fazer uma lista com favoritos separando entre meninas e meninos (só que não deixa adicionar nomes de fora da lista); e a outra diferença é que permite fazer uma lista de enxoval e ir ticando à medida que os itens forem sendo comprados. Uma coisa que achei ruim foi que tens que escolher se o bebê é menino, ou menina. Não tem a opção “indefinido”.

Ouça o que eu digo…

Na linha do pai que deixou 28 lições para seus filhos antes de morrer, o escritor Walker Lamond escreveu 1001 Rules For My Unborn Son, que é um livro e também um Tumblr com dicas daquelas que a gente só aprende com a vida, quebrando a cara. O Blog Casal sem Vergonha fez o favor de transcrever e criou o post 37 Lições que eu Também Gostaria que meu Filho aprendesse.

São todas muito divertidas e algumas até úteis, listo as 10 primeiras aqui:

1. Tempo passado com seus avós nunca é desperdício.

2. Sempre que apertar a mão de alguém, segure firme e olhe nos olhos.

3. Você é o que você faz, não o que você fala.

4. Não grelhe a carne. Toda a parte suculenta dela evapora.

5. Talentos sempre podem ser aprendidos. Aprenda a cantar.

6. Meninas gostam de meninos que tomam banho.

7. Se você não tiver outra escolha senão brigar, bata primeiro e bata forte.

8. Elogie a comida da sua mãe.

9. Sempre que achar que você é uma pessoa de muita influência, tente fazer o cão de outra pessoa te acompanhar.

10. Não gaste muito dinheiro com cortes de cabelo. Eles crescem rápido.

O que fazer nas férias?

Quem está com as crianças em casa nessas férias e não pode dar-se o luxo de contratar uma colônia de férias, ou prefere ficar com elas, enfrenta um desafio diário: encontrar formas para entretê-las.

Eu sei bem como é isso, pois minha irmã teve durante anos o costume se livrar de enviar seus dois pimpolhos para curtir as férias com as tias e a avó. Eles têm sete anos de diferença, o que elevava o desafio para nivel advanced. Todos os dias, depois de pensar em o quê fazer para eles comerem, tínhamos que decidir aonde levá-los. E tinha um agravante: houve anos em que minha tia, com um filho da mesma faixa de idade do meu sobrinho mais velho, resolvia enviar o guri pra cá já que ele “quase não dá trabalho, e nem come, pois está de dieta”. Sabendo disso, não tinha como deixar de fora meu irmão, também da mesma idade, e consequentemente minha outra prima. Ou seja:  colônia de férias, a gente vê por aqui.

Conseguiram acompanhar? 2 sobrinhos, 2 primos e 1 irmão. Na faixa de idade entre 2 e 11 anos.

Temos a vantagem de morar em uma cidade litorânea, então a praia era a primeira opção na maioria dos dias. Mas sempre tem aqueles dias de chuva, ou aqueles momentos pós-banho e pré-sono em que eles continuam sedentos por alguma atividade. Era uma ginástica muito grande na criatividade!

E byebye férias para nós, pobres universitárias tentando aproveitar as últimas férias escolares da vida. A verdade é que todos os anos isso se repetia, ficávamos descabeladas, mas no outro ano queríamos tudo outra vez!

Tudo isso teria sido mais fácil se naquele tempo existissem sites como o Educar para Crescer, que fez um Guia de Atividades para as Férias, com atividades diferentes para cada dia do mês. Tem opções de brincadeiras de rua, de ler e escrever, atividades criativas, faça seu próprio brinquedo, para ampliar o repertório, jogos e passeios em família. Cada dia uma sugestão diferente.

Vale o passeio: http://educarparacrescer.abril.com.br/ferias/