Agora é ponto com!

Gente! Estamos de mudança para o endereço www.bemquesequis.com.

Espero vocês por lá!

Anúncios

É muito amor…

Estava sábado amamentando no banheiro do casamento quando entrou um senhor. Olhou para uma moça que retocava a maquiagem e se explicou: “eu não entrei errado!” Então, veio até mim: “eu só vim dizer… Eu sou um senhor de 90 anos… Só vim aqui dizer… Eu fico maravilhado com o tanto de amor que a gente tem por esses pequenos”… E já com a voz embargada: “depois eles crescem, começam a andar…” E saiu do banheiro com os olhos marejados.

Realmente, é muito amor!

p.s. 1: sim, texto reciclado do meu facebook

p.s.2: sim, preferi amamentar sentadinha num dos puffs do banheiro a mostrar as peitcholas em pleno salão. Mas semana passada, em outro casamento, não tinha puffs no banheiro, e sentei-me dignamente num loungesinho do salão e botei o bebê pra mamar!

A roda da sustentabilidade baby

Já comentei aqui que o Ben ganhou todas as roupas do nosso afilhadinho, o Martin, desde RN até 18 meses, né? Pois todas as roupas RN e P já foram passadas adiante, para o Jooji, filho de um casal de amigos nossos que está para nascer neste mês (e sim, o Ben aos dois meses já estava grande para a maioria das roupas P!)

Mas muitas das roupas do Martin o Ben não chega a usar, porque eles moram numa região muito fria e aqui faz mais calor.

E então semana passada chegou uma caixa com roupas M fresquinhas diretamente de Palmas, de uma grande amiga cujo filho, Henrique, é 8 meses mais velho que o Ben. São roupas lindas! E assim que ele terminar de usar, vou mandá-las para Porto Alegre, pois essa amiga tem outra amiga que recém teve bebê, e ele ganhou as roupas P do Henrique.

Quando o Jooji deixar de usar as roupas RN e P, vai estar usando as M do Martin e vai passar as pequenas para o filhinho de outro casal de amigos nossos, que nasce em agosto.

Ainda por cima, acreditam que o Ben é o sexto bebê a usar o mesmo bebê conforto? Tudo começou em 2007 quando nasceu minha afilhada Marina. Além disso o carrinho, o trocador de fraldas e agora uma linda poltrona de amamentação – tudo já pertenceu a outro bebê antes de ser do Ben.

E assim, brincando, contribuímos para diminuir o consumo e a geração de resíduos. Tão logo deixarmos de usar tudo isso, vamos manter a roda da sustentabilidade girando e passar para mais um bebê sortudo desses!

Vida longa ao sling!

Eu costumo dizer que o sling é uma das melhores invenções do milênio. Não é à toa que as africanas, as peruanas, as indianas usam seus bebês pendurados no corpo há tanto tempo.

Eu comprei o sling da mesma forma que comprei as fraldas de pano: curiosa para experimentar esses símbolos do ‘novo maternar”. A diferença é que, ao contrário das fraldas de pano, que não colaram por aqui, o sling virou um item básico do dia a dia.

Demorou para eu tomar coragem de usar pela primeira vez. Me sentia esquisita “vestindo”o meu filho. Ele também não entendia muito bem aquilo, era só colocá-lo que ele começava a procurar o meu peito para mamar.

Foi só depois da primeira consulta com a pediatra que me encorajei a usar mais. Comentei que ele mamava muito, e ela sugeriu que eu usasse mais o sling, pois às vezes ele estava só pedindo o peito pois queria o contato comigo, não necessariamente mamar.

Nas primeiras tentativas, eu colocava o Ben já dormindo, para que não ficasse procurando o peito. Mas aí depois comecei a usar também quando ele não dormia por nada nesse mundo. Era só enrolá-lo aqui, sair andando pela casa e pronto! O menino caía em sono profundo.

A partir daí, o sling passou a ser item indispensável na bolsa do Ben. Sempre que esqueço de levar é um arrependimento sem fim, porque parece que o bebê conforto tem formigas, e aí o bonitinho só quer ficar no colo. Só que apesar de pecurrucho, nosso gordinho já tem quase 7 quilos, os braços não aguentam tanto tempo.

O sling é também uma bênção quando estamos em locais novos para o Ben. Ele fica visivelmente tenso, não consegue dormir, se dorme acorda logo em seguida, ou fica grudado no peito (o seu refúgio). É só colocá-lo no sling, dar uma caminhadinha, que ele dorme imediatamente. Praticamente dá para esquecer que temos um bebê no recinto!

Nesse fim de semana foi a festa de 60 anos do meu pai. Foi uma festa estilo balada, que começou às 21h. Nós fomos à festa e sabíamos que o comportamento do Ben seria uma incógnita. Chegando lá, não foi surpresa: ele começou a chorar e logo pediu peito. Ficou mamando sem fim enquanto minhas irmãs, família, amigos do meu pai vinham querer conhecê-lo. Quando enfim parou de mamar, coloquei ele no sling e parti para a festa. Foi perfeito! A festa tinha música alta, e longe da música tinha muita gente falando alto, rindo, querendo mexer nele. E ele ali, dormindo feito um anjo. Ficamos nessa até à 1h da manhã.

Durante toda a festa eu fiquei com o coração apertado de estar submetendo o pequeno àquela situação. Não sabia como ele reagiria no restante da noite e no dia seguinte, depois de ficar exposto a tanta bagunça. Mas que nada! Chegou em casa, continuou dormindo, e no dia seguinte nenhuma agitação aparente! Será efeito do sling? Eu acredito que sim.

Eu e Ben com meus cinco irmãos e meu pai. E o sling.

Eu e Ben com meus cinco irmãos e meu pai. E o sling.

 

Divagações de uma recém-mãe

Dizem que amamentação não faz o peito cair. Bom, se isso não é peito caído, eu não sei o que é.

****
De repente o bebê resolve dormir mais do que o normal, e tu ficas dividida entre lavar a louça/varrer a casa/fazer a unha/tomar um banho demorado OU ir lá acordá-lo para matar a saudade!

***

Os xixis da madrugada foram certamente a forma que a natureza encontrou para acostumar uma mãe a acordar várias vezes à noite desde a gravidez. Ou seja, há aproximadamente 10 meses eu já não sei mais o que é uma noite inteira de sono. E provavelmente nunca mais saberei.

***

Eu já não sou mais a mesma.

Com que roupa eu vou? – parte II

Se eu achava que era difícil me vestir decentemente quando estava grávida, era porque eu nunca tinha amamentado na vida.

Sério. Se antes meu guarda-roupas estava restritissimo, agora o lance atingiu um nível muito mais espartano. E olha que hoje eu tenho que admitir que até estava conseguindo ser uma gravida bem ajeitadinha, com cintinhos sob a barriga e vestidos longos até o pé.

Acontece, minha gente, que quem amamenta não pode usar vestido (a não ser que ele permita acesso rápido e fácil ao peito), e cintinhos passam a ser um acessório ultra-atrapalhante no ato de amamentar.

Quem gosta de expor ao mundo sua barriga nada definida? E se essa barriga for de uma recem-parida (flácida como só uma barriga recem-parida pode ser)?

Nas primeiras semanas de amamentação, eu tenho que confessar aqui: revezei entre 3 vestidos que me permitiam acesso rápido e fácil ao peito. E tinha também uma blusa de alcinha que minha amiga emprestou achando que seria útil na gravidez. Mentira, nas duas primeiras semanas eu andei de peito de fora dentro de casa, mas abafa.

Bom, quando eu passei a ter uma vida razoavelmente social (leia-se: voltei a sair de casa), comecei a ficar praticamente sem opções de roupas para usar. E então tive que ceder às camisetas/blusinhas que exibem minha barriga recem-parida quando eu levanto para que o nenê tenha acesso ao peito. Eu até tento esconde-la ao amamentar em público usando: a. uma parte da camiseta; b. um cueiro; ou c. o corpo do pobre bebê. Mas nenhuma dessas opções é realmente efetiva para esse fim ( nem o cueiro, este item indispensável do enxoval que serve para praticamente qualquer coisa). E aí, assim como eu consegui desapegar do fato de que é o MEU PEITO que está de fora amamentando o bebê em publico, estou tentando desapegar do fato de que MINHA BARRIGA também esta de fora. Só que ao contrario do peito, eu sempre abominei essa cena da mulher amamentando com a barriga de fora, e não queria ser dessas…

Me digam minhas queridas amigas e leitoras amentadoras: com que roupa vocês vão?

Aceito dicas.

5,4 quilos

Tenho em casa um bebê coxudo, com mãos fofinhas e bochechas gordas.

Um bebê que nos olha nos olhos, e que hoje riu pela primeira vez com um brinquedo que toca musiquinhas.

Um bebê que já quer sustentar a cabeça.

Um bebê que já engordou quase 2 quilos em pouco mais de um mês. E que já mede 60 centímetros.

Já posso sentir saudades do meu recém-nascido?

 

++++++

p.s.: atualizei o Sobre (viu dona Nana?) e criei uma nova página Sobre o Ben 🙂