Agora é ponto com!

Gente! Estamos de mudança para o endereço www.bemquesequis.com.

Espero vocês por lá!

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É muito amor…

Estava sábado amamentando no banheiro do casamento quando entrou um senhor. Olhou para uma moça que retocava a maquiagem e se explicou: “eu não entrei errado!” Então, veio até mim: “eu só vim dizer… Eu sou um senhor de 90 anos… Só vim aqui dizer… Eu fico maravilhado com o tanto de amor que a gente tem por esses pequenos”… E já com a voz embargada: “depois eles crescem, começam a andar…” E saiu do banheiro com os olhos marejados.

Realmente, é muito amor!

p.s. 1: sim, texto reciclado do meu facebook

p.s.2: sim, preferi amamentar sentadinha num dos puffs do banheiro a mostrar as peitcholas em pleno salão. Mas semana passada, em outro casamento, não tinha puffs no banheiro, e sentei-me dignamente num loungesinho do salão e botei o bebê pra mamar!

Os três meses vêm aí…

… e com eles vem a “crise dos três meses”.

Seu bebê não se concentra mais para mamar?

Quando mama, parece brigar com o peito, resmungar, se contorcer?

Para de mamar e fica olhando para a mamãe e chora?

Ameaça voltar a mamar, mas desiste e resmunga?

Parece sentir calor/frio/coceira/dor enquanto mama?

Parece que não quer mais mamar, mas cai no berreiro se tirado do peito?

Somado a tudo isso, parece que seus seios murcharam, dando a impressão de que todo esse chororô é por falta de leite?

Calma, pode ser só a primeira das Quatro crises de crescimento dos bebês.

Repita comigo: VAI PASSAR!

É por ti, Ben…

Pra que tu tenhas um quintal para brincar,

pra que tu possas pegar frutas no pé,

pra que tu tenhas amigos da rua,

pra que tu cresças brincando de pé no chão,

pra que a praia não seja tão longe,

pra que a gente saia no sol sempre que tiver sol,

pra que a gente possa adotar um cachorro,

pra que tu ouças o cantar dos pássaros ao longo do dia.

É pra tudo isso e muito mais que nos mudamos para uma casa, filhote. Com quintal, pés de goiaba, laranja, caqui e jabuticaba, com vizinhos, com muros baixos e uma brisa bem gostosa que circula pela casa.

Tudo isso é pra ti.

Vida longa ao sling!

Eu costumo dizer que o sling é uma das melhores invenções do milênio. Não é à toa que as africanas, as peruanas, as indianas usam seus bebês pendurados no corpo há tanto tempo.

Eu comprei o sling da mesma forma que comprei as fraldas de pano: curiosa para experimentar esses símbolos do ‘novo maternar”. A diferença é que, ao contrário das fraldas de pano, que não colaram por aqui, o sling virou um item básico do dia a dia.

Demorou para eu tomar coragem de usar pela primeira vez. Me sentia esquisita “vestindo”o meu filho. Ele também não entendia muito bem aquilo, era só colocá-lo que ele começava a procurar o meu peito para mamar.

Foi só depois da primeira consulta com a pediatra que me encorajei a usar mais. Comentei que ele mamava muito, e ela sugeriu que eu usasse mais o sling, pois às vezes ele estava só pedindo o peito pois queria o contato comigo, não necessariamente mamar.

Nas primeiras tentativas, eu colocava o Ben já dormindo, para que não ficasse procurando o peito. Mas aí depois comecei a usar também quando ele não dormia por nada nesse mundo. Era só enrolá-lo aqui, sair andando pela casa e pronto! O menino caía em sono profundo.

A partir daí, o sling passou a ser item indispensável na bolsa do Ben. Sempre que esqueço de levar é um arrependimento sem fim, porque parece que o bebê conforto tem formigas, e aí o bonitinho só quer ficar no colo. Só que apesar de pecurrucho, nosso gordinho já tem quase 7 quilos, os braços não aguentam tanto tempo.

O sling é também uma bênção quando estamos em locais novos para o Ben. Ele fica visivelmente tenso, não consegue dormir, se dorme acorda logo em seguida, ou fica grudado no peito (o seu refúgio). É só colocá-lo no sling, dar uma caminhadinha, que ele dorme imediatamente. Praticamente dá para esquecer que temos um bebê no recinto!

Nesse fim de semana foi a festa de 60 anos do meu pai. Foi uma festa estilo balada, que começou às 21h. Nós fomos à festa e sabíamos que o comportamento do Ben seria uma incógnita. Chegando lá, não foi surpresa: ele começou a chorar e logo pediu peito. Ficou mamando sem fim enquanto minhas irmãs, família, amigos do meu pai vinham querer conhecê-lo. Quando enfim parou de mamar, coloquei ele no sling e parti para a festa. Foi perfeito! A festa tinha música alta, e longe da música tinha muita gente falando alto, rindo, querendo mexer nele. E ele ali, dormindo feito um anjo. Ficamos nessa até à 1h da manhã.

Durante toda a festa eu fiquei com o coração apertado de estar submetendo o pequeno àquela situação. Não sabia como ele reagiria no restante da noite e no dia seguinte, depois de ficar exposto a tanta bagunça. Mas que nada! Chegou em casa, continuou dormindo, e no dia seguinte nenhuma agitação aparente! Será efeito do sling? Eu acredito que sim.

Eu e Ben com meus cinco irmãos e meu pai. E o sling.

Eu e Ben com meus cinco irmãos e meu pai. E o sling.