Crianças alemãs decidem fugir para casar na África [The Guardian]

Para mostrar que o amor não tem mesmo idade, compartilho com vocês uma história fofa que aconteceu lá na Alemanha. A história de Mika e Anna-bel, de seis e cinco anos, que queriam se casar na África.
Livremente traduzida daqui.
http://www.guardian.co.uk/world/2009/jan/05/german-children-elope-mika-annabel?fb=optOut

É um sonho que tem sido compartilhado por amantes ao longo dos séculos – a chance de fugir para terras exóticas. Mas poucos foram tão ousados e espontâneos quanto Mika (seis anos) e sua amada Anna-Bel (cinco) que, depois de  manter sua decisão em segredo, fizeram as malas na noite de Ano Novo e partiram de Hanover, na Alemanha, para casarem-se sob o calor do sol africano.

As crianças deixaram suas casas de madrugada, enquanto seus pais desavisados estavam dormindo, e levaram junto a irmã de Mika, Anna-Lena, de sete anos de idade, para ser a testemunha do casamento.

Vestindo óculos de sol, bóias de braço e carregando um colchão inflável rosa choque e malas de rodinhas cheias de roupas de banho, ursinhos de pelúcia e alguns mantimentos, eles caminharam um quilometro, embarcaram em um bonde para a estação de trem de Hanover e foram até o trem expresso que iria levá-los para o aeroporto. Até que um guarda da estação desconfiou da situação e chamou a polícia.

“O que nos impressionou foi que os pequenos estavam completamente sozinhos e levavam consigo um monte de aparatos de banho”, disse o porta-voz da polícia Holger Jureczko. Ele descreveu Mika e Anna-Bel como “amantes” que haviam “decidido casar-se na África, onde faz calor, levando com eles a irmã de Mika como testemunha”.

Anna-Bel disse à televisão alemã RTL: “Nós queríamos nos casar e então nós só pensamos:’Vamos lá.'”

Mika disse: “Nós queríamos pegar o trem para o aeroporto, daí queríamos embarcar em um avião e quando chegássemos queríamos tirar as coisas de verão da mala e ir passear um pouco ao sol”.

A mãe de Mika e Anna Lena, que não se identificou, disse que não sabia nada dos planos dos filhos. “Estou ainda em estado de choque. Pensei ‘estou vivendo em um filme ruim’. Quando nos demos conta de que as crianças haviam sumido, saímos à sua procura”. Mas somente quando a polícia telefonou é que eles perceberam o que havia acontecido.

Perguntados o por quê de não avisarem seus pais, as crianças disseram que acharam que não iam ficar fora por muito tempo.

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